O Platense chega em momento de oscilação para o confronto inédito contra o Fluminense. Os times se enfrentam nesta terça-feira, às 19h (de Brasília), no Maracanã, pelo jogo de ida das quartas de final da Libertadores. Único estreante absoluto nesta fase do torneio, o clube argentino tenta reencontrar o bom futebol após conquistar, no ano passado, o primeiro título de sua história centenária.
Focado na Libertadores, o Platense vive um momento difícil na temporada nacional. No Torneio Clausura — equivalente ao segundo turno do Campeonato Argentino —, a equipe vem repetindo o desempenho ruim que já havia apresentado no Apertura. Atualmente, o clube ocupa a 12ª colocação da liga, somando apenas nove pontos em oito jogos disputados.
Rival do Fluminense, Platense vive jejum no tempo normal e aposta em herói dos pênaltis
Com apenas duas vitórias nos últimos 11 jogos regulamentares, equipe argentina confia no retrospecto recente em penalidades para surpreender o Tricolor no Maracanã.
Adversário do Fluminense nas quartas de final da Conmebol Libertadores, o Platense desembarca no Rio de Janeiro tentando superar um momento delicado. O confronto inédito acontece nesta terça-feira, às 19h (de Brasília), no Maracanã. Embora viva uma fase de oscilação, o clube argentino carrega o peso de ter conquistado, no ano passado, o primeiro título relevante de sua história centenária.
A instabilidade do rival não se restringe ao torneio continental. No Torneio Clausura — equivalente ao segundo turno do campeonato nacional —, a equipe repete o desempenho irregular demonstrado no Apertura, ocupando a 12ª colocação com modestos nove pontos em oito rodadas.
Troca de comando e o “efeito Palermo”
No primeiro semestre, a campanha abaixo da média deixou o time em 13º lugar no Apertura, fora do mata-mata. Após o retorno da pausa para a Copa do Mundo, uma goleada sofrida por 4 a 0 para o Talleres (então comandado por Jorge Sampaoli) derrubou o técnico Walter Zunino. Para o seu lugar, a diretoria contratou Martín Palermo, ídolo do Boca Juniors e ex-treinador do Fortaleza.
Sob a tutela de Palermo, o Platense deu sinais de evolução com uma invencibilidade inicial de seis partidas (duas vitórias e quatro empates). Dois desses empates foram cruciais e terminaram em classificações por penalidades: contra o Coquimbo Unido, nas oitavas da Libertadores, e diante do Instituto, pela Copa Argentina.
Contudo, às vésperas do duelo decisivo no Rio de Janeiro, o ímpeto do início do trabalho esfriou. O time de Palermo já soma duas partidas sem vencer, acumulando uma derrota fora de casa para o Defensa y Justicia e um empate sem gols diante de sua torcida contra o Deportivo Riestra.
Foto: Juan Mabromata / AFP
