Zubeldía: sem mais soluções.
Quando a postura não muda, repense a continuidade.
O foco é a atitude, a escolha de como agir.
Quando a escolha e a atitude descolam das falas, do combinado sobre o que seria o melhor para o dia a dia, há incoerência e todos os efeitos provocadas por ela:
- diferença entre o que diz e faz;
- estado de urgência e emergência presentes para justificar a quebra do combinado;
- o que gera na parte que quebra, a perda da confiança conquistada;
- gerando na parte que confiou, a percepção materializando com ato, o quanto instável inseguranço é quem escolhe e faz o oposto ou parcialmente oposto do que comprometeu-se.
E então, voltamos a “casa 1”: “Quando a postura não muda; hora de repensar na continuidade.”
*
Zubeldía repete posturas e escolhas.
As mais comprometedores: - Freytes e Renê;
-dupla de volantes em linha com pontas fixos nas beiradas, espaçando o time; - incapaz de trabalhar com Lucho e Savarino próximos;
- não traz mais soluções para a criação, a pressão pós-perda (que depende de compactação/posicionamento do time);
A colaboração do Luis Zubeldía bateu no teto.
Não consegue acrescentar mais.
O que fazer agora?
Esperar eliminações como esperam com seu antecessor?
De novo?!
