FÉLIX: O Fluminense, o Brasil e as Copas (por Frente Ampla Tricolor) – Coluna Wagner Aieta

BRASIL - Copa do Mundo Coluna Destaques Fluminense História

FÉLIX: O Fluminense, o Brasil e as Copas (por Frente Ampla Tricolor)

Chegou ao Fluminense em 1968, entrando em campo em 319 partidas oficiais. A regularidade e a longevidade marcaram a sua trajetória no Flu. Um verdadeiro colecionador de títulos: Campeonato Carioca (1969, 1971, 1973, 1975 e 1976), Campeão Brasileiro (1970).

Pela Seleção Brasileira disputou 47 jogos, sendo titular absoluto nas eliminatórias de 1969 e na equipe Campeã do Mundo no México, em 1970.

Félix ganhou o apelido de “Papel” devido ao seu biotipo franzino e à sua impressionante capacidade de impulsão. Como era muito magro, os torcedores e companheiros diziam que ele parecia uma “folha de papel” voando no ar para realizar suas defesas espetaculares.

“Ele foi um exemplo de grande homem e jogador, e ficará marcado como um dos maiores goleiros que eu já conheci”. Esta é a opinião do atacante Jairzinho, artilheiro da seleção brasileira tricampeã do mundo em 1970, sobre Félix.

FRENTE AMPLA TRICOLOR

https://www.instagram.com/p/DaNKmTNOeF0/?igsh=MWE0NHkyNTlmMXFxcg==

Sobre o autor