DO SOCIAL DO PASSADO, PASSANDO PELO PRESENTE E ENXERGANDO O FUTURO – Coluna Wagner Aieta

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DO SOCIAL DO PASSADO, PASSANDO PELO PRESENTE E ENXERGANDO O FUTURO
(por Wagner Aieta)

O Fluminense nasceu para o futebol, mas seus fundadores logo perceberam que poderia ser muito mais do que um clube esportivo. Vislumbraram um Clube Social, Cultural e Olímpico, capaz de atrair o torcedor para se tornar Sócio, participar das atividades e fortalecer a instituição.

Com o tempo, foram erguidos o ginásio, as quadras de tênis, a primeira piscina olímpica do Brasil, a biblioteca e a sala de troféus. Bailes como o célebre Sorvete Dançante, carnavais, exposições, competições olímpicas, jantares de gala, shows e apresentações nacionais e internacionais animavam Laranjeiras. O Ginásio, que também era teatro, e o Salão Nobre receberam gerações de tricolores.

Bons tempos que, aos poucos, ficaram para trás. Nos anos 2000, a decadência era evidente: o antigo glamour se apagava, restando alguns eventos esporádicos, a piscina, bares, o parquinho e o recém-inaugurado salão de jogos.

Em 2013 tornei-me Sócio Futebol, frequentando estádio, loja, Bar dos Guerreiros e sala de troféus. A admiração pela história do clube me levou a me tornar Sócio Contribuinte, ampliando meu convívio para toda a área social.

Hoje, torço para que o novo Presidente e o Vice-Presidente Social iniciem um resgate real, devolvendo ao Fluminense sua força como potência social. Que o sócio não vá a Laranjeiras apenas para ver os vitrais, o parque aquático ou um Estádio — antes referência sul-americana — agora em ruínas. Que vá também para eventos, bailes, exposições, encontros de família e para ver crianças vivendo o que é ser Fluminense.

Que através do Potencial Construtivo traga-se de volta o espetáculo que Laranjeiras já foi, projetando um futuro moderno e orgulhoso para todos os seus sócios.

Wagner Aieta é membro do Núcleo Político da Frente Ampla Tricolor.

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