Em busca da liderança do Brasileirão, o Fluminense ficou apenas no empate contra o Vitória na noite deste domingo (20) no Maracanã. Um lance pode ter sido crucial para o resultado, onde o time é torcida do Fluminense reclamaram de pênalti em lance de Lucas Halter com Jhon Árias.
O lance aconteceu aos 27 minutos do segundo tempo, quando Árias participou sozinho em direção ao gol. Ao perceber a aproximação dos zagueiros, o meia segurou a passada e fez a volta em Lucas Halter, que com a mão esquerda, puxa a camisa do colombiano. Em campo, o árbitro Luís Cançandam mandou a jogada seguir
O lance chegou a ser revisado pelo VAR, no entanto, o entendimento foi o mesmo de campo.
– Quem apita os jogos hoje em dia é o VAR. Não sou contra, é uma coisa que veio para ajudar, mas pelo jeito prejudicar. Muitos do que estão lá no VAR, a CBF dá uma Ferrari para o Stevie Wonder pilotar. Essa é realidade, não é impossível o cara não enxergar um negócio desse – reclamou Renato Gaúcho na coletiva após o jogo.
– Ridículo o lance. Ridículo. No último jogo, eu elogiei o árbitro. Eu gostaria de chegar aqui, mesmo quando perco o jogo, elogiar a arbitragem. É inaceitável, no futebol brasileiro, o cara estar no VAR para isso, com a máquina, e não ver o puxão na camisa do Árias. Só faltou ele tirar a camisa do Árias e levar para casa. No jogo, era para ter dado o pênalti. Já que o árbitro não viu, o VAR tá aí. Chego no vestiário e dizem que a CBF tem uma comissão. Um argentino, um italiano e um brasileiro. Para quê? Eles sabem da regra? Pelo visto, não. Eu sugiro a CBF a, toda semana, colocar dois ou três treinadores pra falar com a arbitragem – completou o treinador.
As críticas de Renato, contudo, não ficaram só na arbitragem. O treinador também reclamou da postura dos jogadores no lance de gol do Vitória:
– Tivemos um bom primeiro tempo. No segundo, o Vitória se soltou e nos atacou mais, mas praticamente não estava tendo mais situação de gol. Infelizmente, no finalzinho quando fechamos a casinha, coloquei mais jogadores altos por causa das bolas aéreas, num erro coletivo, tomamos um gol que a gente não pode tomar, principalmente faltando dois ou três minutos. Deixamos escapar uma vitória importante no Maracanã – finalizou o treinador.
