“Chega, Diniz! Chega, c*r*l*o!” – Por André Ferreira de Barros

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“Chega, Diniz! Chega, c*r*l*o!”

Sr. Fernando Diniz, não entrarei no mérito do onze que o senhor manda a campo. Nesse particular, presume-se, a seu favor, que entram, sempre, os melhores jogadores. Baita concessão de minha parte!

Ressalvado isso, Sr. Fernando Diniz, chamo-lhe a atenção que, para além das cláusulas constantes do contrato que o senhor assinou com o Fluminense F.C, existem obrigações não escritas, consuetudinárias, cuja observância é obrigatória para todos que ostentam as nossas cores. Refiro-me, em particular, ao respeito à torcida que gasta dinheiro – com planos de sócios, ingressos, lanches, transporte, etc -, toma chuva, sujeita-se à violência nas ruas, chega em casa de madrugada e, diferentemente do senhor, que é um profissional justamente remunerado, ama, desinteressadamente, o Fluminense.

Esses toquinhos irritantes dentro da pequena área do Fluminense é uma demasia da sua soberba – para não chamar de loucura!

Tentando furar a bolha da sua teimosia, informo-lhe que, no intervalo do jogo de terça-feira no Maracanã, sessenta mil pessoas gostariam de pregá-lo num poste – em linguagem figurada, por favor.

P**ra, só o senhor está certo?

Quer viver perigosamente, Sr. Fernando Diniz? Aplique todo o seu polpudo salário em criptomoedas!

E recomende o mesmo ao Sr. Mário Bittencourt!

Assim só os senhores correm risco de enfartar!

CHEGA, P**RA!

Saudações Tricolores.

O texto é de total responsabilidade do autor.

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