“Chega, Diniz! Chega, c*r*l*o!”
Sr. Fernando Diniz, não entrarei no mérito do onze que o senhor manda a campo. Nesse particular, presume-se, a seu favor, que entram, sempre, os melhores jogadores. Baita concessão de minha parte!
Ressalvado isso, Sr. Fernando Diniz, chamo-lhe a atenção que, para além das cláusulas constantes do contrato que o senhor assinou com o Fluminense F.C, existem obrigações não escritas, consuetudinárias, cuja observância é obrigatória para todos que ostentam as nossas cores. Refiro-me, em particular, ao respeito à torcida que gasta dinheiro – com planos de sócios, ingressos, lanches, transporte, etc -, toma chuva, sujeita-se à violência nas ruas, chega em casa de madrugada e, diferentemente do senhor, que é um profissional justamente remunerado, ama, desinteressadamente, o Fluminense.
Esses toquinhos irritantes dentro da pequena área do Fluminense é uma demasia da sua soberba – para não chamar de loucura!
Tentando furar a bolha da sua teimosia, informo-lhe que, no intervalo do jogo de terça-feira no Maracanã, sessenta mil pessoas gostariam de pregá-lo num poste – em linguagem figurada, por favor.
P**ra, só o senhor está certo?
Quer viver perigosamente, Sr. Fernando Diniz? Aplique todo o seu polpudo salário em criptomoedas!
E recomende o mesmo ao Sr. Mário Bittencourt!
Assim só os senhores correm risco de enfartar!
CHEGA, P**RA!
Saudações Tricolores.
O texto é de total responsabilidade do autor.
