“A Mário o que é de Mário” – Por André Ferreira de Barros

Coluna Destaques

“A Mário o que é de Mário”

Nunca disfarcei o meu antagonismo à gestão do Sr. Mário Bittencourt.

No entanto, é forçoso reconhecer que o Sr. Mário Bittencourt não é pior que os seus antecessores imediatos – o que não quer dizer muita coisa.

Suspiro fundo e retomo o itinerário mental.

Não é fácil elogiar o Sr. Mário Bittencourt!

Mas, vamos lá.

A despeito da menor relevância hoje conferida aos campeonatos estaduais, o Fluminense é bicampeão, em cima do badalado “malvadão”. E ganhou as duas finais com sobras, à semelhança de 83/84.

E, ainda, há algo maior a ser creditado ao Sr. Mário Bittencourt: a torcida do Fluminense voltou a comparecer, em grande número, aos clássicos regionais – o que não ocorria, nem mesmo, na época dourada da Unimed.

Acaso?

Não sei! Pode ser…

Na dúvida, ponto para o Sr. Mário Bittencourt!

Fui no limite. Chega!

Saudações Tricolores.

O texto é de total responsabilidade do autor.

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