“A Mário o que é de Mário”
Nunca disfarcei o meu antagonismo à gestão do Sr. Mário Bittencourt.
No entanto, é forçoso reconhecer que o Sr. Mário Bittencourt não é pior que os seus antecessores imediatos – o que não quer dizer muita coisa.
Suspiro fundo e retomo o itinerário mental.
Não é fácil elogiar o Sr. Mário Bittencourt!
Mas, vamos lá.
A despeito da menor relevância hoje conferida aos campeonatos estaduais, o Fluminense é bicampeão, em cima do badalado “malvadão”. E ganhou as duas finais com sobras, à semelhança de 83/84.
E, ainda, há algo maior a ser creditado ao Sr. Mário Bittencourt: a torcida do Fluminense voltou a comparecer, em grande número, aos clássicos regionais – o que não ocorria, nem mesmo, na época dourada da Unimed.
Acaso?
Não sei! Pode ser…
Na dúvida, ponto para o Sr. Mário Bittencourt!
Fui no limite. Chega!
Saudações Tricolores.
O texto é de total responsabilidade do autor.
