Durante a coletiva de imprensa virtual sobre o balanço de 2021 e projeção para 2022 do Fluminense, na manhã desta sexta-feira, Mário Bittencourt foi questionado sobre o investimento feito na contratação do lateral-esquerdo Cristiano. Após um imbróglio envolvendo o Vitória-PE, que também tem participação no jogador, assim como o Volta Redonda, o valor final da operação ficou em € 1,4 milhões de euros (R$ 9 milhões), como revelado pelo presidente, e será parcelado para comprar o ala, que foi destaque na fase de grupos da Champions League pelo Sheriff, da Moldávia.
“Nosso scout o acompanhava antes dele ir para a Europa. O jogador se destacou bastante na Champions em 2021, e se concretizou na cabeça do scout que seria importante para nós, que é muito ofensivo e técnico. Me espanta muito essa preocupação com essa contratação, estamos falando do futebol brasileiro contratando jogador da Europa, há de convir que um jogador de € 1,4 milhão de euros, o preço vai ser diluído no tempo de contrato. A lateral esquerda é uma posição de carência de nomes no futebol brasileiro. Os que aqui estão, tentamos alguns deles. O (Guilherme) Arana em 2020, mas a pedida foi de € 3 milhões de euros por 50%, e ele foi para o Atlético-MG. Tentamos o Jorge, que estava no Monaco e veio para o Palmeiras com um salário muito acima do que podíamos pagar. E o Cristiano tornou-se uma excelente oportunidade de mercado“, comentou Mário.
Mário ainda completou:
“A gente não comprou o Cristiano à vista. A primeira parcela a ser paga pelo Cristiano é só em meados de 2023 (nota da redação: Mário se confundiu e falou 2023 ao invés de 2022). De janeiro a junho, a gente só vai pagar o salário do jogador. A partir de junho começa a pagar as parcelas ao clube que nos vendeu ele“, finalizou.
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