
Na entrevista coletiva que teve lugar ontem, 21/11/2019, o Sr. Mário Bittencourt, lá pelas tantas, disse algo assim: “… o trabalho de reconstrução do Fluminense levará uns 12 (doze) anos…”.
O cálculo do mandatário tricolor é intempestivo, bastante otimista e dolorido pra cacete.
O cálculo é intempestivo, já que o “sincericídio” do Sr. Mário Bittencourt deveria ter ocorrido ao longo da campanha eleitoral, na qual ele se apresentou como um messias, sobre cujos ombros, especialíssimos, recaía a supina missão de reerguer o Fluminense F.C. Ele era o escolhido e ponto final, bradavam os mariominions.
Esse cálculo é, também, bastante otimista porque pressupõe gestões competentes em série, algo que, desde o terceiro quartil do século passado, não ocorre nas Laranjeiras. Ou seja, presumindo a alternância entre administradores medíocres e competentes, a dolorosa conta de reconstrução tricolor alcançaria 24 anos.
E pior, mas não menos provável, ante a ocorrência do padrão Peter-Abad-Mário, podem colocar 36 anos aí. Isso se não chover!
Trocando em miúdos, os cinquentões, como eu, assistirão à conquista de 05 (cinco) Taças GB, 05 (cinco) Taças Rio, 03 (três) campeonatos cariocas e, quem sabe, se Papai do Céu ajudar, a 01 (uma) Copa Sul-Americana. Isso, claro, se vivermos até os 100 anos.
Pobre Fluminense!
Saudações tricolores!
